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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Universidade on-line: SIM ou NÃO

Nós temos que analisar se os alunos estão preparados.
O problema pra mim vem da base do sistema educacional brasileiro, que se inspira em outros modelos vindos de fora. Enquanto a “tia” ficar segurando a mãozinha de cada aluno, enquanto não houver reprovação nas escolas (tanto as públicas quanto às particulares), enquanto o ensino médio não deixar de ser voltado ao vestibular, teremos sim os que precisarão das tais de “Universidades Segunda-Linha” ou “fábricas de diploma”.

Aliás eu prefiro contratar um profissional que venha das “fábricas” do que um “bem-nascido” ou “bem-educado” que na hora de fazer acontecer, não tem a performance que as áreas de Tecnologia de hoje precisam entregar.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Educação: aluno mata professor

Aconteceu finalmente.

Um professor é assassinado na sala de aula porque um aluno tirou nota baixa e resolveu se vingar.

Eu como professor durante muitos anos fiquei perplexo. Em primeiro lugar, eu queria dizer a todos os meus ex-alunos que professor não tem tempo de perseguir ninguém. Professor ganha mal, trabalha muito dentro e fora da sala de aula, tem família, tem outros interesses e muitas vezes outros trabalhos, com outras turmas para lecionar e dar prova e corrigir trabalho e atualizar diários de classe.

Dá muito trabalho ficar perseguindo aluno. Simplesmente não dá tempo. Muitos professores até sentem vontade, mas normalmente sucumbem frente ao volume de trabalho e surtam.

Em segundo lugar, será que esse aluno não é meio, como dizer isso, "mimado" ? Será que não é o tipo de pessoa que sempre ouviu "SIM" e agora encontrou alguém que disse "NÃO" ? Já vimos muita gente matar os pais e avós por causa disso.

E o que fazer diante de situações assim ? Onde um aluno mata seu professor na frente de todos. O que fazer ? A educação em primeiro lugar vem de casa. Do berço. Será que este aluno teve educação ?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Tiririca, uma história de titica e palhaçada

Titica ainda é sinônimo de merda ? Antigamente era...

Eu relutei muito pra escrever sobre o palhaço Tiririca, deputado federal mais votado de 2010. Escrever sobre palhaços sempre foi interessante. Mas neste caso não acho.

Me sinto idiota. Morar no estado mais rico da nação e ao mesmo tempo ver esta aberração. Tem outros palhaços tentando se eleger. Sempre tem. Mas muitos destes despreparados não foram eleitos, ou mesmo os que foram, não foi por uma margem tão grande. Mas além de o cara não ter o menor preparo para o cargo que disputou, existem vários problemas com esta palhaçada.

O maior problema são os "caronas". Políticos que só se elegeram porque o tal palhaço Tiririca teve milhares e milhares de votos. Os brasileiros tem uma forma curiosa de protesto. Já votaram no rinoceronte Cacareco, no chimpanzé Tião, mas eles não eram realmente candidatos, então foi um protesto sem maiores conseqüências. Mas no caso do Tiririca, foi uma palhaçada mesmo. Eleger 4 pessoas sem saber quem são é preocupante.

E agora a palhaçada continua, com gente querendo tirar o Tiririca fora do "puder". Se ele não é letrado, porque não verificaram isso antes ? Por que já não o consideraram inapto ? Bastava negar o direito a ele de concorrer e pronto. Agora gastamos mais dinheiro público com essa palhaçada. Mais dinheiro de impostos desperdiçado com tititca.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Geração Y

Eu tenho um grande laboratório doméstico para entender a Geração Y. Meus filhos.

TV só se for com o computador no colo. E entre uma música e outra do iPod, sempre dá tempo pra uma mensagem de texto no celular sobre a lição de casa, que está na Agenda on-line, no site da escola, lição essa feita antes de atualizar qualquer coisa numa rede social. E ao término da partida no videogame, liberam o "pause" do DVD pra continuar assistindo o filme, antes do próximo seriado na TV começar.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Sexting: a nova praga para infernizar os pais

Você tem um filho adolescente. Resolve dar a ele o que ele tanto quer: um telefone celular cheio das traquitanas.

E ele/ela começa usar o celular para enviar e receber fotos e textos com conteúdo sexual. É a era da punheta eletrônica. Ao ivés das revistinhas, que a molecada antigamente escondia, o novo pirralho do século XXI nem precisa esconder. Armazena no chip do celular. Muitos pais mal sabem mandar um SMS, mas garanto que a moçada de hoje sabe mandar bem mais do que isso.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Educação

Já faz tempo venho querendo colocar textos mais longos aqui no blog. Mas a vida anda corrida demais.

Eu queria colocar minhas idéias sobre grandes temas. E pequenos também. Vou começar por este. Educação. Eu dizia a bem pouco tempo atrás a colegas professores que se Sir Isaac Newton levantasse de seu túmulo, a única coisa que reconheceria seria uma escola, porque não mudou nada em 300 anos.

Educamos para o passado, sendo que na verdade, deveríamos educar para o futuro. Quando o futuro era distante, pensávamos no longínquo século XXI, e agora que estamos no futuro, ensinamos nossos filhos como era o passado. Sem prepará-los para o futuro.

Exemplos temos aos montes. Minha filha veio me pedir ajuda outro dia. Matemática. MDC/MMC. Juro que não lembro mais como calcular essas coisas. Lembro vagamente. Fui no "pai dos burros", o Google. Método simplificado, de um professor da UFSCar. A professora não aceitou. Simplesmente porque era diferente. Porque não conhecia.

Acho que os professores hoje não perceberam que a realidade mudou. Meus filhos já nasceram olhando o mundo, interagindo, super-estimulados. Crianças andam cada vez mais cedo. Falam cada vez mais cedo e aprendem a ler cada vez mais cedo. Demorou, mas a educação reconheceu isso e adotou o sistema atual de 9 anos no fundamental. O que era "pré" virou o 1o. ano. Mas os professores ainda fazem decorar a tabuada. Datas e mais datas. Quando eu estava no ensino fundamental, que nem tinha este nome, existiam enciclopédias em papel, com "livro do ano", para uma atualização dos assuntos. Hoje a enciclopédia é on-line e muitas vezes maior do que uma enciclopédia em papel. Além da enciclopédia, temos podcasts, videocasts, sites, artigos, livros on-line, videos. Tudo a um click de distância. Mas não vejo os professores aceitarem isso.

Pelo contrário, meu filho teve que copiar o conteúdo de um site à mão, no tal "papel almaço". Só faltou o professor dele sugerir hieróglifos, ou pintura rupestre. Professores, de plantão, façam coisas mais elaboradas. Algo diferente. Mudem suas aulas. Explorem a capacidade incrível que a humanidade atingiu de guardar e disponibilizar conteúdo e façam com que as crianças aprendam a pensar em cima da grande diversidade de conteúdo disponível. Isso sim as prepara para o hoje, para o futuro. Quem sabe pensar não fica ultrapassado. Quem sabe pensar terá emprego, em qualquer lugar e a qualquer tempo, havendo crise ou não.

Mas os professores, que teoricamente são a elite cultural, intelectual e etc. não pensam. Se reduzem, se limitam as aulas que tiveram no século passado e as repetem ad nauseam. As mesmas aulas desde a idade média. No velho quadro negro. Como em 1727, ano que morreu Isaac Newton. Lamentável.

O professor não é o mais bem preparado. Ao contrário, é o pior preparado. É o ultrapassado. É o menos qualificado, que não conseguiu se colocar no mercado de trabalho como Engenheiro, Médico ou outra coisa que sonhou. E então vai prestar concurso. Vai dar aula na escola pública. Vai ensinar o passado aos nossos filhos, à geração do futuro. E não faz nada de diferente. Nenhuma inovação. Nenhuma adoção dos conceitos modernos. Ao contrário, as escolas proíbem celular, rejeitam a Wikipedia. Pedem trabalhos feitos à mão, que antes copiávamos das enciclopédias em papel e agora da enciclopédia eletrônica, mas continuamos a ser "copistas". Coisa que não acredito que tenha colaborado muito para minha aprendizagem. Eu aprendi muito mais quando li o que quis, sozinho, sem orientação. Imagine se eu tivesse tido suporte nas minhas tardes na biblioteca pública. Imagine se alguém me tivesse orientado nos meus gostos e preferências, o que eu poderia ter conseguido realizar.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Raça e Sociedade

Esta história de cotas raciais é a mais absurda e estapafúrdia idéia que eu já vi.

Pra começo de conversa, a Constituição diz que todos são iguais perante à lei. Mas acho que tem alguns mais iguais do que outros.

Depois, estão atacando a ponta errada do problema. Se o ensino fundamental público fosse de qualidade, não precisaríamos ter cotas raciais na faculdade, porque todos teriam a mesma chance. Ou seja, "basta" oferecer educação de qualidade.

E educação decente resolve os problemas das empresas. Agora vem o governo e me empurra uma obrigação de contratar negros. Supondo que seriam eles dessa massa sem educação básica, eu, como empregador, seria obrigado a contratar um "bando de burros" para trabalhar na minha empresa. Pessoas que são despreparadas porque foram abandonadas pelo governo lá no ensino fundamental. Eu, empresário, seria então obrigado a resolver as mazelas do governo.

E como fica a competitividade da minha empresa perante a meus concorrentes na China, na Índia, Nos Estados Unidos ? Agora somos um país inserido no mundo, pelo menos o Presidente da República disse isso no discurso em Copenhagen, para ganharmos a disputa pelas Olimpíadas de 2016, no Rio. Se somos um país inserido na economia global, DEVEMOS ser competitivos. Como ser competitivos usando mão-de-obra despreparada ???

Se eu sou obrigado a contratar esse suposto "bando de burros", despreparados não por culpa deles, mas sim, do próprio governo, eu terei uma tendência a "encostar" essas pessoas em funções pouco importantes. Aumento meu custo e fico por isso, menos competitivo.

Mas o maior problema será a discriminação que esse regime de cotas irá impor à cultura. Coisas do tipo "você só tá aqui por causa da cota" serão comum. e como fica isso ? Por que criar mais um motivo para que nós sejamos racistas ? Puta idéia estúpida essa...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O Google vai dominar o mundo...

e a cabeça da molecada.

Ferramentas novas ligadas ao Google Docs editam equações, representações de fórmulas (subescrito e superscrito) e traduções. A molecada aprende usando o Google Docs e se acostuma a usar a ferramenta. O que eles vão querer usar quando forem trabalhar nas empresas ???

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Um dia meu imposto vai valer a pena...

Eu não me importaria em pagar impostos desde que não precisasse pagar outras coisas.

Educação, por exemplo. Se os impostos que eu pago retornassem em boa educação para meus filhos, eu não teria que pagar pela escola. Houve um tempo que escola particular existia para péssimos alunos. Os bons, os melhores, estavam na escola pública. Agora parece ser o contrário. Minha mulher foi agredida por um de seus alunos na escola pública.

Outra despesa que tenho é o convênio médico. Eu não precisaria pagar por isso se a saúde pública prestasse. Meu pai diz que é associado do melhor sistema de saúde do país, o SUS, mas eu não concordo muito com essa visão. É que o velho tá aposentado e ficar numa fila pra ele é tranquilo, ou até, desejável. Pra mim é impossível.

Mas eu acho que as coisas vão melhorar. Eu acredito mais em nós agora do que no passado. Acho que vamos começar a escolher melhor nossos governantes. Aliás, precisamos fazer isso.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Meu primo Alan


Ontem ele era o "Pinduca". Hoje ele é um homem que sai em missão. Literalmente. Alan está largando tudo para dedicar 2 anos de sua vida pregando a palavra de Deus no norte do estado do Rio de Janeiro e sul do estado de Espírito Santo.

Está deixando pra trás a faculdade, o trabalho, a família, a namorada. Normalmente vemos jovens largando isso tudo por causa das drogas. Basta olhar os "programas saudáveis" da TV brazuca.

Mas meu primo decidiu fazer isso pela fé. Não que ele seja obrigado a fazer. Talvez se ele não fizesse isso, ninguém notaria. Mas mesmo assim, ele se decide a fazer algo voluntário, que com certeza vai ajudá-lo no futuro. Vai dar a ele o tipo de coisa que só ele mesmo pode adquirir. Experiência de vida. Cuidar de si, de suas coisas e também ajudar ao próximo. Com certeza todos na família ficamos orgulhosos. Espero que ele dê notícias de vez em quando.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Frustração

Acho salutar receber um choque de realidade. Mas nem sempre é fácil digerir.

Eu sempre quis que meus filhos não tivessem as mesmas experiências ruins que eu tive no passado. Aquela história de crescer numa periferia, com recursos limitados. Eu tento oferecer de tudo aos meus filhos. Tudo de bom, claro, mas sem esquecer de mostrar a realidade da vida.

Das pessoas que vivem embaixo da ponte. Dos malacos, trombadinhas, drogados. Até prostitutas já viram e já expliquei os motivos e o conceito. Mas não preciso submeter os filhos a experiências ruins para que aprendam. Basta mostrar e explicar. Educar enfim. Aliás, a palavra educador originalmente significava "aquele que cuida".

Mas eu não estava preparado para ver o que eu vi. Eu não estava esperando. Não da escola. Não DESSA escola. Aquela que eu acreditei que fosse a melhor disponível. A melhor de todas. Fiquei completamente enraivecido ao ver a professora agredindo minha filha.

Na abertura da feira cultural da escola, durante uma apresentação dos alunos, eis que minha filha desce do palco e apressada, corre em frente a ele, inocentemente descumprindo uma regra básica que tinha sido martelada a semana toda "não passar em frente ao palco". Ela errou. E como punição, foi agarrada pelo braço e empurrada para o canto. Na frente de todos os amigos e das 400 pessoas ou mais que a escola atraiu para ver seu espetáculo. Que pra mim terminou naquele instante.

Confesso que minha vontade foi de arrancar a cabeça da professora ali mesmo. Justamente num momento em que a sociedade discute o excesso de Truculência, uma atitude dessas, totalmente desnecessária. Por um motivo que sinceramente, fica difícil achar gravidade. Mas em respeito a meu pai, que assistiu a cena e me pediu para não fazer nada, eu escolhi o caminho correto.

Reclamei ao diretor, que chamou seus assistentes e outros educadores e promoveram uma reunião de apaziguamento. Eu não quero ser apaziguado. Eu quero o sangue da professora. Quero esquartejá-la. Mas acabei ficando com um pedido de desculpas meio que atravessado. Vindo de uma pessoa que confessou ter "overreacted" a uma situação, e nem assim, conseguiu ser sincera. Não conseguiu ser humilde. E ainda tentou primeiro negar, mas eu estava na primeira fila, e pude ver quando a professora mostrou os dentes, no seu gesto de raiva. Um rosnado. Como um animal faria. Depois tentou dizer que minha atitude era "super-protetora". Logo eu, que apresento os fatos da vida como eles são. Com uma riqueza de detalhes que não deveria ser mostrada a uma criança. Mas mesmo assim, eu faço questão de fazer. Para que meus filhos tenham uma idéia do que é o mundo. Mas repito: não preciso atirar num filho meu pra mostrar que tiro mata!

Saí da reunião com um gosto amargo na boca. O gosto da insatisfação. O gosto de quem não conseguiu o que queria. Consegui uma meia-desculpa. Um esfarrapado "você tem que entender". Eu não tenho que entender porra nenhuma. Sou só um pai. Que tinha esperança de ver os filhos formados numa boa escola.

Fico eu aqui sangrando por dentro. Remoendo minha insatisfação.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Nós, os Brazucas ...

Ontem estava regressando com minha família do interior das Minas Gerais.

Saímos cedo, com a intenção de não chegar em Sampa bem na hora de maior trânsito na cidade. Só que em Betim, parou tudo. Acidente com 4 carros. Toda a pista bloqueada. Saí por uma rua lateral e consegui voltar ao caminho sem grandes problemas.

Para parar de novo mais adiante na BR-381. Uma carreta atravessada na pista, carga tóxica em perigo, outra interdição total.

A Polícia Rodoviária Federal, aproveitando um retorno 150 metros antes do acidente, providenciou a interdição de meia-pista no sentido contrário. A idéia era que os carros e caminhões pudessem passar pelo retorno, pegar a mão-contrária da rodovia até o próximo retorno. Seguiriam em fila única. MAS, a nação Brazuca nunca quer deixar ninguém na mão.

Levamos vantagem em tudo, certo ? Algum sujeitinho saiu da fila única para ultrapassar um caminhão e colidiu com outro carro que vinha em sentido contrário. Nova interdição. desta vez das 2 pistas da rodovia. UM ABSURDO !!! Quando será que teremos alguma educação ? Alguma noção de civilidade ? Algum senso de patriotismo ...

Será que posso ter esperança ?

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Educação em Ruínas

Eu ouvi uma notícia no rádio esta manhã que me deixou estarrecido. O Estado de São Paulo ficou com média 1,41 (numa escala que vai até 10 - isso mesmo - DEZ) num teste promovido pelo ministério da educação, que eu, é claro, não lembro agora qual é. O cara da Bandnews FM tava lendo uma notícia do jornal, de um colunista também da rádio, e eu fiquei imaginando....

Será que o governo do PSDB tá fazendo isso deliberadamente ? Assim não teriam concorrentes sérios para o posto de "cultos", "elite pensante" ou qualquer outro termo que vc possa imaginar. Falo por piada, mas bem que poderia ser.

Teoria da Conspiração: vamos manter todos semi-analfabetos, assim podemos manobrá-los facilmente. Mais ou menos o que o governo do PT faz com o país promovendo estas esmolas baratas, tipo bolsa-escola, bolsa-parto e coisas assim. Todo mundo ganha uns troquinhos sem precisar trabalhar e continua votando no PT pra sempre, pra poder continuar na mamata do governo. Vamos dar as migalhas pra poder comermos o bolo.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Jardim de Infância

Tudo o que você precisa saber sobre a vida, o mundo e o Universo estão lá.

Cochilos depois do almoço. Repartir suas coisas. Guardar as coisas no lugar. Dar descarga. Pedir desculpas. Não bater nos outros. Jogar limpo e ser honesto. Não pegar as coisas dos outros. Limpar a bagunça que você fez.

As regras básicas do convívio humano, o amor, os princípios de higiene. Política, ecologia e saúde.

Depois vamos ficando mais velhos, estudamos mais, chegamos na faculdade, pós-graduação. Desaprendemos tudo de maravilhoso que aprendemos quando éramos bem pequenos. Nos tornamos adultos que poluem o lugar que vivem, brigam no trânsito, matam os filhos (ou os pais, professores) e não lavamos mais a mão depois de cagar, pegando no dinheiro e deixando os coliformes fecais nas cédulas. Deixamos mosquitos espalharem doenças. Invadimos países do outro lado do mundo pra poder pegar o que não é nosso. Deixamos nossa bagunça nos aterros sanitários do mundo e foda-se. Ficamos estúpidos e burros.

E viva as crianças.