segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Super-filhos

Eu sempre digo que meus filhos são melhores do que eu. É a lógica. Eu me considero um pouco melhor que meu pai. Porque usei a base que ele proveu para construir em cima dela e melhorar.

Assim acontece com meus filhos. A diferença é que eles são MUITO melhores do que eu. O que é muito bom, na verdade. Falo sem inveja, mas com orgulho. Orgulho de pai. E também orgulho consciente. Orgulho pensado, refletido. Usando a razão e a lógica. Por comparação e observação de outras crianças que convivem com meus filhos.

Observei meus filhos na ARFEC, feira cultural do Colégio Arbos, onde eles estudam. Fizeram suas apresentações com conhecimento de causa, sem decoreba, sem inibição. Mostraram seu valor. Foram muito bem.

E não é só isso. Souberam improvisar quando a coisa não saiu exatamente como planejado, como quando ficava muita gente ou quando chegavam pessoas fora da ordem da apresentação. Souberam apresentar de trás pra frente quando foi preciso, ou mais rapidamente quando foi preciso. Isso é a capacidade que as empresas procuram. Capacidade de resolver problemas. A base da inteligência humana, e o que nos distingue dos chimpanzes. Nossa velocidade é maior.

Meus filhos são muito melhores do que eu. E isto me enche de orgulho.

Um comentário:

Tiago Luchini disse...

Fui da primeira turma do Arbos. Entrei para a primeira-série deles logo após ter saído da pré-escola (dos mesmos donos - Prontidão). Boas recordacões.

Meu comentário não tem relacão direta nenhuma com o seu post mas não poderia deixar de lembrar como o mundo é pequeno.